Pêssego continua a ser aposta na Cova da Beira

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Não existirá na região um fruto que marque tanto todo o verão como o pêssego. Não só porque a Beira Interior é o maior produtor do país (embora o Alentejo se esteja a aproximar), mas também porque a diversidade de espécies permite que a colheita se prolongue do final de maio a outubro, havendo sempre um pêssego para pôr na mesa.

Até aqui, duas zonas têm dominado historicamente a cultura do pêssego na região: o eixo Teixoso-Orjais-Aldeia do Souto-Vale Formoso no concelho da Covilhã; e o eixo Vale de Prazeres-Alpedrinha-Castelo Novo-Póvoa de Atalaia no concelho do Fundão. Tem havido, de resto, um duelo interessante para saber quem produz mais.

A Covilhã, com a ajuda do rio Zêzere, esteve na liderança muito tempo (a autarquia até criou recentemente eventos para promover o fruto), mas nos últimos anos as contas estarão mais equilibradas, pois uma nova zona fundanense aproveitou o Regadio Cova da Beira e apostou forte na plantação de pessegueiros: falamos dos Três Povos e Capinha.

Fonte: Jornal do Fundão

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