Pelo quarto ano consecutivo, a cidade de Pinhel prepara-se para recuar no tempo e viver três dias de grande animação ao estilo medieval… Vai ser assim o primeiro fim de semana de junho – dias 1, 2 e 3, com mais uma edição da Feira Medieval da Cidade Falcão – Guarda-Mor do Reino e Senhorios de Portugal. O centro histórico da cidade de Pinhel é o cenário ideal para um evento que pretende transportar os visitantes até à época medieval, época marcada por vivências rurais mas também por constantes disputas pela posse dos territórios, principalmente nesta zona de fronteira. Para lá das muralhas, que por esses dias vão definir o espaço desta recriação, começam a surgir os mercadores (pois não há feira sem mercadores), mas também os taberneiros e os servidores de manjares. Ruas coloridas, cortejos e torneios, música, dança, artes circenses, espetáculos de fogo, encenações e muita animação de rua completam este cenário que convida os visitantes a entrar na festa e aproveitar as múltiplas experiências que esta Feira Medieval pretende proporcionar. Do vasto programa destes três dias, destaque ainda para a realização de uma Ceia Medieval que contará com cerca de 350 comensais (sábado, dia 2 de junho) e que, este ano, volta a ter lugar junto ao Castelo, ponto mais alto da Cidade, onde têm lugar algumas das principais encenações e representações baseadas em factos históricos. Por último, importa lembrar que o Falcão é também presença obrigatória nesta Feira Medieval, não fosse este o testemunho mais representativo de Pinhel, Cidade Falcão – Guarda-Mor do Reino e Senhorios de Portugal.

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Pelo quarto ano consecutivo, a cidade de Pinhel prepara-se para recuar no tempo e viver três dias de grande animação ao estilo medieval. Vai ser assim o primeiro fim de semana de Junho – dias 1, 2 e 3, com mais uma edição da Feira Medieval da Cidade Falcão – Guarda-Mor do Reino e Senhorios de Portugal.

O centro histórico da cidade de Pinhel é o cenário ideal para um evento que pretende transportar os visitantes até à época medieval, época marcada por vivências rurais mas também por constantes disputas pela posse dos territórios, principalmente nesta zona de fronteira.

Para lá das muralhas, que por esses dias vão definir o espaço desta recriação, começam a surgir os mercadores (pois não há feira sem mercadores), mas também os taberneiros e os servidores de manjares.

Ruas coloridas, cortejos e torneios, música, dança, artes circenses, espetáculos de fogo, encenações e muita animação de rua completam este cenário que convida os visitantes a entrar na festa e aproveitar as múltiplas experiências que esta Feira Medieval pretende proporcionar.

Do vasto programa destes três dias, destaque ainda para a realização de uma Ceia Medieval que contará com cerca de 350 comensais (sábado, dia 2 de Junho) e que, este ano, volta a ter lugar junto ao Castelo, ponto mais alto da Cidade, onde têm lugar algumas das principais encenações e representações baseadas em factos históricos.

Por último, importa lembrar que o Falcão é também presença obrigatória nesta Feira Medieval, não fosse este o testemunho mais representativo de Pinhel, Cidade Falcão – Guarda-Mor do Reino e Senhorios de Portugal.

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