O futuro do Olival e a nova revolução em curso no Baixo Alentejo em debate

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As V Jornadas Olivum debatem a modernização do olival, o percurso do azeite e a utilização da água e fertilizantes. Sustentabilidade do sector analisada nas suas dimensões económica, social e ambiental.

A olivicultura moderna, o mercado do azeite, balanços e perspetivas e o uso eficiente de água e fertilizantes são os três temas em debate nas V Jornadas Olivum, evento que decorre dia 29, no Nerbe/Aebal, em Beja.

Organizado pela Associação de Olivicultores do Sul debaterá, entre outros assuntos, a expansão do Olival e os novos investimentos feitos, a modernização e reestruturação que tem sido levada a cabo e o percurso do setor do azeite em Portugal nos últimos anos, analisando as oportunidades e desafios, o importante contributo do Olival para o ambiente, a utilização da água do Alqueva, o maior lago artificial da Europa e as novas áreas de regadio, assim como a coexistência entre agricultura e património arqueológico, e, em suma, a sustentabilidade do setor nas suas dimensões económica, social e ambiental.

Fazendo um raio-x a esta revolução agrícola e económica que está em curso, as jornadas contam com a presença do presidente da Câmara Municipal de Beja, Paulo Arsénio, Pedro Lopes, presidente da Direção da Olivum e outros membros da direção (Álvaro Labella e Filipe Ramos), para além do diretor regional de Agricultura e Pescas do Alentejo, Francisco Murteira, da diretora regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, secretária-geral da Casa do Azeite, Mariana Matos, Pedro Santos (CONSULAI) e Juan Vilar (Juan Vilar Consultores Estratégicos, SL) e Agustín Ena Ventura, engenheiro agrónomo (IG4).

Poderá consultar a programação aqui.

Fonte: Sapo.pt

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