Lavradores de Feitoria veste-se a duas cores para o Verão

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Embora anunciado há um mês, o
Verão teima em não se mostrar de forma óbvia. A expectativa, contudo, mantém-se
e, ao que parece, a promessa de dias com sol e quentes está para breve. No
ponto estão os vinhos que a duriense Lavradores de Feitoria lança, a cada ano e
com marca homónima, a pensar nesta época do ano. Falamos da colheita de 2018
dos irmãos ‘Lavradores de Feitoria’ branco e rosé, vinhos frescos e frutados,
ideais para degustar a solo ou com iguarias a condizer.

Falamos de vinhos que são
“valores seguros”, a revelar uma grande consistência de ano para ano, e que
primam por uma distribuição alargada quanto baste. O branco encontra-se em
algumas cadeias de distribuição, com destaque para os mais conhecidos hiper e
supermercados; ambos estão presentes em lojas de vinhos, garrafeiras e em
restaurantes de Norte a Sul do país.

De cor palha limão, o ‘Lavradores de Feitoria branco’ é um vinho muito fresco e frutado, quer no aroma, quer na boca. Apresenta fruta fresca, como alperce e alguma pêra, mas também notas de frutos tropicais. É bastante saboroso, com uma boa acidez e mineralidade, suportada por sabores a fruta madura, a lembrar pêra, mas também algum ananás.

Estamos perante branco de blend, que nasce da união de três castas típicas do Douro, como é apanágio dos vinhos da Lavradores de Feitoria: Malvasia Fina, Gouveio e Síria.

Um branco para degustar a solo, como aperitivo, mas que, devido à sua persistência de boca, é um excelente complemento para saladas, sopas frias, peixes magros, mariscos, carnes brancas (frango e peru) e massas com molho branco. É a 13.º edição, número que não assusta, antes pelo contrário, até porque a vindima deste ano, 2019, promete ser de qualidade.

Na linha gastronómica do branco e na mesma gama (e marca), a Lavradores de Feitoria aposta também no rosé, que num piscar de olhos chega à 8.ª edição. Porque o lado visual conta, e muito, nomeadamente nesta tipologia, o ‘Lavradores de Feitoria rosé 2018’ apresenta-se em tons de salmão claro.. No aroma é fino e elegante, mas com fruta evidente, do tipo cereja e nuances de alperce.

A entrada de boca é fresca e equilibrada. A cereja evidencia-se no palato e a ela junta-se a ameixa, criando uma díade de sabores a frutos vermelhos, complementados pela presença de citrinos. Em linguagem enófila, estamos perante um rosé seco (em oposição ao doce), que pauta pela frescura e leveza. Um rosé que prima pela presença de Touriga Franca (70%), a qual se juntam uvas de castas autóctones várias, plantadas em “regime” de field blend.

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Fonte: Gazeta Rural

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