Cogumelos e sabores da Casa do Vale já chegaram à Invicta

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É entre a avenida da Boavista e a avenida Marechal Gomes da Costa que se encontra o novo espaço da Casa do Vale, produtora de cogumelos Shiitake e sabores associados a este produto que está à procura de conquistar o palato dos portugueses depois de já ter encomendas de vários países de todo o mundo.

No Douro, é frequente as quintas serem produtoras de produtos de reconhecida qualidade. Ainda que diferentes, normalmente a categoria é sempre a mesma: o vinho do Porto. Ainda assim, os proprietários da propriedade, Otília e Jorge Cardoso, apostaram na rentabilização rural dos terrenos a partir da produção de cogumelos Shiitake, que descobriram numa viagem ao Oriente.

Assim, o casal apostou na tecnologia japonesa de produção e no conhecimento específico do país de origem e a aposta da Casa do Vale, que nasce na Quinta dos Canais, tem compensado: dois dos seus produtos ganharam prémios Sabor do Ano 2016: o Chutney de Shiitake, vendido a 8,50 euros por 210 gramas, e o Vinagrete de Shiitake, pelo mesmo preço.

Até porque a filosofia da casa é mesmo essa: apostar na produção dos cogumelos ao natural, de que já são especialistas no país, para depois o desdobrarem em subprodutos, como as compotas, vinagretes, chutneys ou farinhas.

Laranjas também entram

Nem só de cogumelos vive a Casa do Vale. Próximos da Pala, conhecida pela fruta, o casal Cardoso apostou na produção de laranjas e, daí, faz compotas (de novo o subproduto) apostadas na fusão de sabores: acompanhada de vinho verde, de espumante ou vinho do Porto, que vendem por 6,90 euros.

A Loja Casa do Vale está aberta, no nº1296 da rua de Tânger, de segunda a sexta-feira das 09h30 às 13h e das 14h às 18h30.

No espaço, além da venda da produção da quinta, os promotores prometem organizar “várias atividades como degustações com chefs, workshops e outras novidades”.

A medida é semelhante à política levada a cabo na quinta, onde todos os visitantes e curiosos podem ajudar nos trabalhos da quinta, da apanha da laranja à produção e criação propriamente dita, além da reafetação de parte do espaço para alojamento local.

Fonte: Porto 24

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